Você já planejou o seu ano de 2020?

A maioria das pessoas inicia o ano pedindo um bom relacionamento, um novo emprego ou mais entendimento com a família. Então, eu sempre me pergunto: o que estas pessoas estão fazendo de diferente para que isso aconteça?

Costumo dizer em minhas palestras que o relacionamento vai melhorar se eu melhorar, se eu mudar de atitude. A cada ano eu faço o meu planejamento pessoal e vou compartilhar com vocês algumas dicas, porque colho bons resultados da minha metodologia.

Eu traço um plano de metas. Pego um caderno e listo as atitudes que podem garantir minha evolução nos campos pessoal, profissional e espiritual. Coloco no papel o que vou fazer para ser cada dia melhor. O que eu quero para mim, para minha família e para a minha vida? É bem básico e simples de fazer.

No campo da evolução pessoal, tudo depende de mim mesmo. Já no campo profissional, alguns fatores dependem de terceiros, mas o que eu estou fazendo para chegar lá?

Durante o ano, eu pego este meu caderno e verifico se estou no caminho certo, se estou tendo atitudes coerentes com o plano. Acredito em Deus, mas faço a minha parte. Eu levo isso muito a sério.

Quem planeja realiza mais, quem anota seus planos, realiza mais. O planejamento costuma não dar certo, na maioria das vezes, porque as pessoas deixam as metas na cabeça. Anote e estabeleça um compromisso com você mesmo.

Real x Ideal – Não se deve ficar idealizando a vida de palco das redes sociais   

Para fazer este planejamento, eu tenho os pés no chão. Eu sempre estou conectada à realidade. Em tempos de redes sociais, onde olhamos muito para o palco das outras pessoas, tendemos a devanear, mas o planejamento deve estar pautado de modo a não se distanciar muito da realidade vivenciada.

Ande é que eu vou chegar? O que eu quero comprar? Quero me dedicar mais a serviços voluntários? Trocar de casa, projetar uma nova casa, viajar com a família? Pagar o curso de inglês para o filho ou  fazer o curso que estou querendo?

O planejamento tem que contemplar coisas que trazem satisfação, sucesso, felicidade e gratidão. Não devemos pensar apenas em coisas materiais.

Particularmente, tem ano que planejo me dedicar mais à família. Quem é mãe sabe: que não dá para delegar tudo. Como viajo muito para palestrar, isso é algo que eu considero importante no meu planejamento.

Percebo frequentemente que as empresas planejam, mas as pessoas se esquecem de planejar. Precisamos nos organizar com os recursos disponíveis, definindo como fazer o necessário e fundamental para que tudo aconteça. Começar a agir e controlar, ou seja, verificar se as coisas estão caminhando conforme planejado, se precisamos frear, acelerar ou ajustar o modo de fazer.

A vida segue, tendo ou não você na direção. O dia vai amanhecer para todos. Eu sempre penso que viver é como andar a cavalo. Se você montar e não tiver as rédeas em mãos, sairá sem rumo, podendo até ser derrubado. No entanto, com as rédeas, tendo ou não a perícia necessária para conduzir o animal, é possível determinar o rumo e o ritmo do passeio. E a prática o levará com segurança à direção certa, planejada.

Se o dia vai passar do mesmo jeito, a semana vai passar e o ano vai passar. Então é importante ter o controle da direção. Mas, é vital entender que só chegamos aonde a mente chegar primeiro.

Sonhe o seu sonho

Hoje em dia temos ouvido muito as pessoas falarem em pensar grande, em ser rico, milionário, e isso acaba nos pressionando. O sonho de uma pessoa não precisa estar vinculado à riqueza ou ao sucesso midiático para deixa-la feliz. A felicidade está mais atrelada ao sentimento de sonhos e propósitos alcançados do que sensação de sucesso perante terceiros.

Podemos e devemos ser o que queremos e não o que os outros consideram perfeito. Cada pessoa sonha e realiza o que lhe satisfaz, empregando o seu talento e atuando na área que se identifica e que se sente realmente útil.

Somos responsáveis por conduzir nossas vidas. Para alçar voos, dentro da própria trajetória, a pessoa pode inovar, se reinventar e se desafiar. O planejamento tem muito a ver com isso, porque você sabe o que deve fazer e, se você não tiver todos os recursos que precisa, faça mais com menos, seja criativo. Utilize seus potenciais e realize os seus sonhos.

Se a situação ideal não acontece, não podemos deixar de agir. Dentre as muitas lições que as antigas gerações passam é que podemos improvisar, buscar soluções, cooperar, conversar com outras pessoas e encontrar o caminho para chegar aonde nossos sonhos nos querem levar.

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Cooperação é presente e será futuro: nós queremos negociações de ganha-ganha

Ao afirmar em minhas palestras que todos somos frutos da cooperação de dois estranhos, muitos se espantam. Mas, logo se dão conta dessa realidade quando eu explico que os dois estranhos são o óvulo e o espermatozoide, que, embora não se conhecessem, aproximaram-se, cooperaram entre si e uniram-se, formando assim uma vida. 

É isso mesmo, independente do tempo de relacionamento entre pai e mãe, o espermatozoide e o óvulo que geraram a sua vida nunca tiveram qualquer contato, e, mesmo assim, cooperaram entre si. Nosso corpo, para existir depende da cooperação. Cada órgão tem sua função específica, seja coração, pulmões, rins, fígado ou intestino, todos são importantes e cooperam para a plenitude da vida. 

E você, que, portanto, é fruto da cooperação entre dois estranhos, o quanto coopera com seus CONHECIDOS: familiares, colegas da equipe, amigos, enfim??? 

Mesmo que instintivamente, cooperamos com as pessoas com as quais nos relacionamos ao longo da vida, pois percebemos que JUNTOS SOMOS MAIS FORTES. Esta frase pode resumir o que acredito ser o cooperativismo, o qual, quando visto como um modelo de negócio, possibilita o desenvolvimento dos empreendedores, sobretudo dos pequenos, que, além de renda, ganham esperança, motivação, respeito, dignidade e autoestima. Ganham no presente e ganharão no futuro. 

As premissas do cooperativismo delatam sua importância para quem adere a essa prática: identidade de propósitos e interesses; ação conjunta, voluntária e objetiva para coordenação de contribuição e serviços; e obtenção de resultado útil e comum a todos. Fazendo uma analogia, eu comparo uma cooperativa a uma equipe de canoagem, em que seus integrantes, a bordo da embarcação, remam na mesma direção, com intensidades parecidas, e recebem os louros da vitória ao finalizar o percurso. As diferenças mais significativas nessa comparação são que, no mundo do cooperativismo, percursos são metas e o fato de atingi-las não significa que se alcançou um ponto final. 

O cooperativismo me encanta pelo seu viés colaborativo e seu senso de justiça, proporcionando uma relação em que todos recebem os resultados de forma igualitária, tendo seus lucros aumentados conforme a produtividade de cada um dos cooperados. 

Outra questão que considero relevante acerca deste modelo de negócio é a sua vocação de dar melhores oportunidades AOS HOMENS E MULHERES do campo, os quais, agindo sozinhos, certamente não teriam condições de aumentar suas rendas. A atuação das cooperativas AGROINDUSTRIAIS é de suma importância para o desenvolvimento sustentável do agronegócio em todo o Brasil, mantendo o produtor no campo quando lhe viabiliza crescimento econômico, num ambiente socialmente justo e ecologicamente correto. 

O papel da mulher no cooperativismo 

Desde o século passado a participação da mulher tem aumentado nas cooperativas e, cada vez mais, vem se destacando. Atualmente, as mulheres que antes, na sua maioria, só cuidavam dos afazeres domésticos, deram espaço para as mulheres empreendedoras, que participam efetivamente das atividades econômicas de suas famílias, tomando decisões ou ajudando a decidir e, principalmente, contribuindo para a definição dos objetivos das cooperativas. 

Hoje, existem cooperativas formadas quase que exclusivamente por mulheres. Um exemplo é a Cooperativa de Mulheres Agricultoras e Artesãs de São Ludgero, em Santa Catarina, que reúne 23 famílias e produz panificados, bolachas, feijão, doces, salgados, polpas de frutas, hortaliças em geral e peixes. O que parecia um sonho, hoje é realidade. 

Olhando para o futuro, é fácil prever um cenário em que o cooperativismo se tornará um importante instrumento na definição dos princípios e rumos de uma nova era econômica, mais promissora para famílias e empreendedores do campo e da cidade que cooperem entre si, sempre atuando com uma mentalidade voltada ao desenvolvimento sustentável, ou seja, em que todos ‘ganham-ganham’. 

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Liderança humanizada não é passar a mão na cabeça, é valorizar e respeitar

O objetivo do trabalho desenvolvido por todos os setores de uma empresa é a entrega de um produto ou serviço que satisfaça, ou supere, as expectativas do consumidor/cliente. Para isso acontecer, são elaborados cronogramas, desenvolvidos softwares e atualizados os equipamentos.

Não há nada de errado em ter foco no resultado, aliás é isso o que diferencia as empresas bem-sucedidas das que “patinam” ou morrem. Acontece que existem caminhos e caminhos para se chegar à excelência e à lucratividade. E, em qualquer percurso, existem pessoas, sem as quais os computadores e maquinários de nada serviriam.

Um estudo realizado por uma equipe de mestrandos da USP de São Carlos, em parceria com o Instituto Capitalismo Consciente, aponta que as empresas que colocam em prática projetos de bem-estar social contam com funcionários mais engajados e clientes fiéis, o que pode gerar duas vezes mais rentabilidade. O dado preocupante é que, das 1.115 organizações mapeadas, apenas 22 têm este viés humanizado, o que corresponde a aproximadamente 2% do total.

Um ator-chave que indica a direção da rota a ser seguida é o líder. Entre as formas de se exercer a liderança, uma se destaca: é a liderança humanizada, que valoriza e, acima de tudo, respeita as pessoas e suas diferenças.

A liderança humanizada não é a que “passa a mão na cabeça” e deixa as coisas “correrem soltas”, mas, sim, aquela que motiva, envolve e transforma. Eu mesma já vivenciei situações em que a troca do modelo de liderança fez revoluções no ambiente de trabalho. O que antes era penoso, tenso e intimidador se tornou prazeroso, leve e motivador, e isso contando com os mesmos colaboradores e a mesma estrutura. 

Se pararmos para pensar, chegaremos à conclusão de que liderar levando em conta as particularidades do colaborador é a melhor escolha, afinal, os liderados não são produzidos em série, com uma forma padrão e, sim, feitos à mão, com suas peculiares qualidades e imperfeições.

Cabe ao líder saber identificar talentos, fazendo das diferenças um propulsor das características positivas de cada colaborador que, somadas, resultarão em uma equipe de alta performance.

E, ainda, a liderança humanizada não deve ser confundida com benevolência. Seu exercício é um sinal de inteligência por parte dos líderes, visto que colaboradores satisfeitos produzem mais e geram mais lucro para a empresa. E mais, a taxa de absenteísmo tende a cair consideravelmente, o que também contribui para o aumento da produtividade e diminuição dos gastos com saúde.

Além de líder, o gestor com foco nas pessoas é visto como uma referência dentro da empresa, notadamente pelo fato de que sua liderança não está concentrada no resultado fim, mas também nos meios pelos quais o resultado será alcançado. Por isso que o respeito e a admiração conquistados são genuínos e sua palavra é sempre considerada.

Afinal, liderança é algo que acontece naturalmente. Mesmo que possa haver um trabalho para o desenvolvimento desta característica, ninguém consegue impor liderança à força. Há muitos casos em que o chefe, por mais que isso o deixe contrariado, não consegue ser enxergado como um líder. Empatia, autoridade e respeito não são itens colocados à disposição do líder para serem utilizados em determinadas ocasiões, mas que devem ser exercidos verdadeiramente, em todos os momentos.

A liderança humanizada gera colaboradores mais satisfeitos e felizes, provocando um “efeito cascata” dentro da organização e culminando em resultados surpreendentes. É isto o que diferencia o líder humanizado dos demais e faz com que sua presença seja considerada imprescindível dentro de uma organização.

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Setembro, o mês da Vida!

Por Helda Elaine

No mês da Campanha de Prevenção ao suicídio, quero convidá-los a valorizar o lado bom de tudo e de todos, optando sempre por viver

O mês de agosto foi um mês de muita vida pra mim. Eu palestrei para milhares de pessoas em diversas cidades Brasil afora. Pude sentir a vibração das pessoas que buscam crescimento, muitas delas em estados emocionais difíceis, outras que querem se superar na carreira e pessoas que estão atentas às oportunidades que temos a cada dia.   

É com esta energia que começo setembro, trazendo uma mensagem de reflexão a todos vocês que seguem minhas redes e que, muitas vezes, se desdobram para participar dos eventos onde estou. 

Estamos no mês da Campanha de Prevenção ao Suicídio, “Setembro Amarelo”, lançada em 2015, pelo Centro de Valorização à Vida.  

Este é um tema que me comove muito, porque conheço pessoas que estão em estados depressivos e pessoas que já pensaram em tirar a própria vida, decidiram ficar e estão vivendo felizes. 

A mensagem que quero passar, agora, é de que todo nosso esforço pelo crescimento e pela batalha diária deve ser encarado com um presente divino. Todos nós passamos por situações que põem à prova nossa força mental, nossa resistência física e, por que não, a nossa fé. Diante disto, mesmo com todas as dificuldades, entre as opções que o Universo nos apresenta, eu conclamo: vamos escolher a vida: ESCOLHA VIVER.  

Em minhas palestras, costumo dizer que quem mais nos julga e mais nos condena não são os outros, infelizmente, somos nós mesmos. Facilmente esquecemos de ver tudo que somos e temos de bom, para focar apenas no negativo. Muitas vezes ignoramos que fomos feitos à imagem e semelhança de Deus. Não somos pouca coisa, ao contrário, somos muito especiais.   

Problemas, dificuldades e desafios todos nós temos, tudo depende de como encaramos e lidamos com eles. É preciso lembrar que a noite separa um dia do outro e que, para valorizarmos a claridade, temos que conhecer a escuridão.  

Tempos ágeis 

Os tempos atuais pedem agilidade, resultados e excelência na atuação profissional. A soma destes três elementos pode ser encarada como pressão, que muitas vezes faz com que muitos de nós pensemos que não conseguiremos suportar.  

No âmbito pessoal, precisamos estar cada vez mais presentes na vida de nossos filhos, companheiros, pais e amigos, tudo isto ao mesmo tempo. Realmente, se não nos mantivermos equilibrados, o peso da vida pode nos fazer esmorecer. 

Quando a dor parece ser insuportável, é necessário pedir ajuda. Para isso, devemos abolir de vez preconceitos. Procurar uma assistência profissional na área de saúde mental não denota loucura, e sim, lucidez. Há casos em que, ter alguém para conversar, desabafar, rir e até chorar, é o que precisamos para nos manter de pé. Eis outra peça muito presente neste jogo de emoções, a solidão. 

Além de ficar atento aos nossos sentimentos e emoções, é importante olhar para o outro. É comum pessoas trabalharem umas próximas às outras e, ainda assim, não se conhecerem, e nem se cumprimentarem com um simples “bom dia”. 

Em tempos ágeis, precisamos enxergar, sentir e nos importar muito mais com as pessoas com as quais convivemos.  Em suma, precisamos amar mais e demonstrar mais este amor. Precisamos, em todos os momentos, exalar amor, pela graça de acordarmos todos os dias tendo a oportunidade de escrever mais um capítulo de nossa história e, se for o caso, mudá-la. Vamos amar a vida.

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A importância do relacionamento interpessoal no trabalho

A habilidade de se relacionar bem está se tornando rara e, ao mesmo tempo, muito requerida por empresas no mundo todo. Na era digital, em que os olhos miram apenas as telas, as pessoas têm se comunicado predominantemente por mensagens enviadas via aplicativos, rede sociais e e-mails.

Pensando neste assunto, a comunicadora, escritora e palestrante Helda Elaine dedicou um capítulo inteiro de seu livro “O Ser Humano 10D”, lançado em 2018, ao assunto relacionamento interpessoal.

Para Helda Elaine, muitos profissionais demoram a perceber que não têm habilidade de relacionamento interpessoal, colocando-se em situações difíceis e até de desemprego.

“As pessoas que não sabem ou não gostam de se comunicar usam basicamente duas justificativas quando estão desempregadas: ‘a culpa é da crise’ ou ‘todo patrão é difícil’. Poucas destas pessoas se dão conta e admitem que o real motivo de seus problemas não está na crise nem no chefe e, sim, na dificuldade que têm de se relacionar”, conta Helda.

Segundo ela, a boa notícia é que a habilidade de se relacionar pode ser treinada. Em muitos casos, dificuldades de relacionamento estão ligadas a questões da infância que podem ser resgatadas e ressignificadas.

“Assim como as pessoas herdam características físicas, herdam ou copiam características comportamentais. Algumas pessoas podem perceber que estão agindo como os ‘pais de ontem’, que não tinham o relacionamento interpessoal como prioridade, e podem começar a agir para trabalhar essa habilidade”, lembra a escritora.

Relacionar-se é importante para conquistar a confiança das pessoas, para poder ajudá-las, trabalhar em equipe e também para atingir seus objetivos de vida. Para melhorar a habilidade de se relacionar com outros indivíduos, é preciso querer aprender e aceitar a ajuda alheia.

“A arte do relacionamento pode ser aprendida porque temos capacidade cognitiva, emocional e espiritual de sobra para isso. E não se trata somente de ser inteligente. A questão é querer despertar essas inteligências em favor do tema relacionamento, que ainda é espinhoso para muitos”, acrescenta.

A importância do relacionamento no ambiente corporativo

A pessoa que sabe se relacionar, diferentemente do que se possa imaginar, não é só aquela que fala e ouve bem ou que utiliza respeito, cortesia e eficiência quando está tratando de negócios com os clientes. Esses elementos fazem parte de um pacote básico e obrigatório de relacionamento.

O colaborador que busca se relacionar bem, gosta do que faz, tem o perfil de se comprometer com a resolução de problema, tem ideias aprovadas e quer alcançar metas, mesmo que audaciosas.

Helda destaca que carisma e poder de negociação são elementos-chave da habilidade de relacionamento. “A vantagem para quem se torna especialista em relacionamento é que evolui de tal maneira que jamais recusa ajuda para evoluir ainda mais”, revela a escritora.

No ambiente profissional, outro detalhe que merece destaque é a expansão do alcance das relações, já que não estamos tratando apenas com clientes. Em qualquer empresa, ou projeto, que preveja a necessidade de participação intensa de pessoas e grupos, o especialista em relacionamento carrega a necessidade de fazer “algo a mais”, perceber que o relacionamento envolve o meio em que está inserido, as suas funções, as circunstâncias, as pessoas envolvidas e, é claro, as próprias atitudes.

Conteúdo editado por BRZ Content

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