Palestra no Sicoob Lojicred de Trindade – GO

Sentimento, realidade e impressões sobre cooperativismo e sociedade foram os assuntos abordados com seriedade e, ao mesmo tempo, entusiasmo na palestra de Helda Elaine aos associados do Sicoob Lojicred de Trindade (GO).

Helda foi muito bem recebida pelos presentes, e pelo vice-presidente do Sicoob Lojicred, Dr. Ricardo Teodoro, e pelo diretor de relacionamento da casa, Edmundo Ferreira, por intermédio da gestora de RH Aline Dias.

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Palestra no Sicoob Lojicred, em Inhumas – GO

Cooperação: a importância de um comportamento de união, em favor de um objetivo comum, foi o assunto de ontem à noite na palestra para o Sicoob Lojcred, em Inhumas (GO).

Meus sinceros agradecimentos aos anfitriões: o diretor geral, Clovis Luiz do Amaral, e a analista de Gestão de Pessoas, Aline Dias.

Nestas fotos, alguns momentos do encontro, juntamente com o superintendente de negócios Cristhiano Melgaço Felipe, o presidente Maurício Ribeiro de Paiva e o vice-presidente Ricardo Teodoro.

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A importância do relacionamento interpessoal no trabalho

A habilidade de se relacionar bem está se tornando rara e, ao mesmo tempo, muito requerida por empresas no mundo todo. Na era digital, em que os olhos miram apenas as telas, as pessoas têm se comunicado predominantemente por mensagens enviadas via aplicativos, rede sociais e e-mails.

Pensando neste assunto, a comunicadora, escritora e palestrante Helda Elaine dedicou um capítulo inteiro de seu livro “O Ser Humano 10D”, lançado em 2018, ao assunto relacionamento interpessoal.

Para Helda Elaine, muitos profissionais demoram a perceber que não têm habilidade de relacionamento interpessoal, colocando-se em situações difíceis e até de desemprego.

“As pessoas que não sabem ou não gostam de se comunicar usam basicamente duas justificativas quando estão desempregadas: ‘a culpa é da crise’ ou ‘todo patrão é difícil’. Poucas destas pessoas se dão conta e admitem que o real motivo de seus problemas não está na crise nem no chefe e, sim, na dificuldade que têm de se relacionar”, conta Helda.

Segundo ela, a boa notícia é que a habilidade de se relacionar pode ser treinada. Em muitos casos, dificuldades de relacionamento estão ligadas a questões da infância que podem ser resgatadas e ressignificadas.

“Assim como as pessoas herdam características físicas, herdam ou copiam características comportamentais. Algumas pessoas podem perceber que estão agindo como os ‘pais de ontem’, que não tinham o relacionamento interpessoal como prioridade, e podem começar a agir para trabalhar essa habilidade”, lembra a escritora.

Relacionar-se é importante para conquistar a confiança das pessoas, para poder ajudá-las, trabalhar em equipe e também para atingir seus objetivos de vida. Para melhorar a habilidade de se relacionar com outros indivíduos, é preciso querer aprender e aceitar a ajuda alheia.

“A arte do relacionamento pode ser aprendida porque temos capacidade cognitiva, emocional e espiritual de sobra para isso. E não se trata somente de ser inteligente. A questão é querer despertar essas inteligências em favor do tema relacionamento, que ainda é espinhoso para muitos”, acrescenta.

A importância do relacionamento no ambiente corporativo

A pessoa que sabe se relacionar, diferentemente do que se possa imaginar, não é só aquela que fala e ouve bem ou que utiliza respeito, cortesia e eficiência quando está tratando de negócios com os clientes. Esses elementos fazem parte de um pacote básico e obrigatório de relacionamento.

O colaborador que busca se relacionar bem, gosta do que faz, tem o perfil de se comprometer com a resolução de problema, tem ideias aprovadas e quer alcançar metas, mesmo que audaciosas.

Helda destaca que carisma e poder de negociação são elementos-chave da habilidade de relacionamento. “A vantagem para quem se torna especialista em relacionamento é que evolui de tal maneira que jamais recusa ajuda para evoluir ainda mais”, revela a escritora.

No ambiente profissional, outro detalhe que merece destaque é a expansão do alcance das relações, já que não estamos tratando apenas com clientes. Em qualquer empresa, ou projeto, que preveja a necessidade de participação intensa de pessoas e grupos, o especialista em relacionamento carrega a necessidade de fazer “algo a mais”, perceber que o relacionamento envolve o meio em que está inserido, as suas funções, as circunstâncias, as pessoas envolvidas e, é claro, as próprias atitudes.

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Empatia é uma habilidade que pode ser treinada e desenvolvida 

A comunicadora Helda Elaina, palestrante e autora do livro “Ser Humano 10D”, fala sobre a importância da empatia nas relações pessoais e profissionais na era digital 

São Paulo (28 de janeiro 2019) – As relações de convivência social e de trabalho são enormemente afetadas pelo crescente uso da internet e das mídias sociais. As novas gerações tendem a gostar mais de ficar em frente às telas do que manter encontros presenciais. Mas será que isto dá certo?

Este comportamento está levando muita gente a não desenvolver ou até perder habilidades de comunicação, liderança e relacionamento. Por esta razão, a empatia é um assunto que está em alta e que ainda vai ser muito discutido em 2019.

A empatia é a capacidade que temos de nos identificar intelectual ou afetivamente com outras pessoas, colocando-nos no lugar delas, para desenvolver um relacionamento produtivo e saudável.

Ciente da importância da empatia para os resultados da vida pessoal e profissional, a comunicadora, escritora e palestrante Helda Elaine dedicou ao tema um capítulo inteiro de seu livro “O Ser Humano 10 D”, lançado em 2018 e que está próximo de se tornar bestseller.

No capítulo, Helda Elaine conta a história de empatia que levou seus pais a construírem um casamento de sucesso e uma família unida. Desde pequena, ela aprendeu que existem comportamentos e atitudes que nos tornam pessoas mais empáticas com parentes, amigos e colegas de profissão.

“Empatia é uma habilidade que podemos praticar, treinar e desenvolver. Ser empático é saber ouvir, observar e entender a forma como o outro vê e percebe o mundo. É entender a dor do outro e evitar preconceitos e julgamentos, pois todo mundo tem seus pontos fortes, que devem ser valorizados”, afirma Helda Elaine.

“Devemos aceitar a pessoa pelo que ela é, com toda a carga de fatos, sentimentos e emoções que compõem a sua história, e não pelo que gostaríamos que ela fosse”, acrescenta.

Empatia com clientes

Com as mudanças das regras de mercado e o aumento da concorrência, as empresas prezam hoje por excelência no relacionamento com o cliente, a fim de proporcionar algo a mais como diferencial. Neste sentido, a empatia é essencial para atender e fidelizar.

“Não basta ter o foco no cliente, mas fazer algo a mais por ele, ter o foco do cliente. Ou seja, saber se colocar no lugar dele, buscar ver com os olhos do cliente, na perspectiva dele e da maneira dele. Pensar e sentir como ele, para melhor atendê-lo”, ensina Helda.

A escritora acredita que a popularização do conceito de empatia fez com que todos repensassem a máxima “atender o cliente como você gostaria de ser atendido”, passando para a frase “atender o cliente como ele quer ser atendido”. “Empatia é tratar o outro como ele quer ser tratado, portanto, é preciso se interessar pelo outro, querer conhecê-lo bem”, explica a palestrante.

A empatia é o “algo a mais” que as pessoas têm e podem usar para construir uma nova realidade para si, promovendo a integração com outras pessoas e de equipes inteiras dentro das empresas.

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